03 / Soberania & arquitetura

Você mantém o controlo. Da arquitetura e da jurisdição.

Duas perguntas decidem esta página: onde ficam os dados sujeitos a que lei, e o que acontece quando o sistema principal falha. As respostas são de arquitetura, não de marketing.

Os três sítios onde os dados podem viver

A escolha não é técnica, é jurídica. Define a que lei os seus dados respondem, e quem, em último caso, os pode exigir. Cada cenário tem consequências diferentes, e nenhum é universalmente melhor: o melhor é o que corresponde ao controlo que quer manter.

Jurisdição do cliente

On-premises

Nos servidores do cliente. Controlo total; a operação da infraestrutura fica de dentro de casa.

União Europeia

Cloud privada europeia

Infraestrutura dedicada, sob jurisdição da UE, operada por um fornecedor europeu. Soberania sem gerir servidores.

Portugal

Cloud nacional soberana

Os dados ficam em território e sob jurisdição portuguesa, sem exposição a leis de países terceiros.

Porque é que ter o servidor na Europa não chega

O CLOUD Act norte-americano, de 2018, permite às autoridades dos EUA exigir dados a um fornecedor sujeito à jurisdição americana, independentemente de o servidor estar em Lisboa, Frankfurt ou Dublin. A localização física do disco não decide a jurisdição; decide-a a nacionalidade e a estrutura do fornecedor.

É por isto que soberania digital não é «dados na Europa»: é os dados ficarem sob jurisdição europeia, num fornecedor que não possa ser compelido por uma lei estrangeira. A distinção parece subtil, mas é a diferença entre um dado que responde à lei portuguesa e um dado que, em teoria, pode ser entregue a uma autoridade estrangeira sem que a sua organização sequer o saiba.

A localização física do disco não decide a jurisdição. Decide-a a nacionalidade do fornecedor.

Cloud Act / 2018

Como o uPlayback se integra com o que já existe

O arquivo não substitui os seus sistemas de gravação, de identidade ou de bilhética. Integra-se com eles: importa das origens de voz, chat e email que já tem, e liga-se à sua gestão de identidades (AD / LDAP / Azure AD) para que os acessos sigam as regras da casa. Um único ponto de integração, cifrado em repouso e em trânsito.

Cifragem, acessos e certificação

Os dados são cifrados em repouso e em trânsito. Os acessos são por perfil, herdados da sua gestão de identidades, e cada um deixa rasto no audit trail. A certificação ISO 27001 está em curso; até ser emitida, não a apresentamos como concluída, mas os controlos que ela exige estão implementados de base.

O que acontece se o sistema principal falhar

É a pergunta do DORA. O arquivo é desenhado para um RTO e um RPO definidos consigo: quanto tempo pode estar indisponível e que volume de dados se aceita perder. Réplicas e cópias garantem que uma falha do sistema principal não é uma perda de acesso ao histórico, e que a recuperação acontece dentro do prazo acordado, não «quando for possível».

Auto-diagnóstico

Quem pode aceder aos seus dados?

Três perguntas de arquitetura, tiradas do diagnóstico completo. Responda pelo que sabe hoje, não pelo que gostaria.

1Sabe sob que jurisdição estão hoje as suas gravações?
2Se o sistema principal parasse agora, em quanto tempo recuperava o acesso?
3Os acessos ao arquivo seguem a sua gestão de identidades?

Na prática

Como o uPlayback actua aqui

O uPlayback corre onde a soberania exigir, on-premises, cloud privada europeia ou cloud nacional, sempre sob jurisdição europeia. Integra-se com os seus sistemas por um único ponto, cifra em repouso e em trânsito, herda os acessos da sua identidade e recupera dentro do RTO e RPO acordados. O controlo é seu; nós damos-lhe a arquitetura para o exercer.

Data center sob jurisdição europeia
MiFID II DORA RGPD ANACOM Cloud Act

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